Fim da imunidade tributária para as igrejas?

05

dez

Já faz algum tempo que algumas igrejas têm chamado a atenção do governo e da mídia pelo luxo de seus templos e a vida de alguns pastores que exibem carros de luxo, patrimônios luxuosos e até aviões particulares.


A questão sobre o fim da imunidade tributária para igrejas se encontra no site do Senado Federal, Cidadania,  que diz o seguinte: “Enquanto todo empreendedor é tributado por qualquer movimentação, as igrejas movimentam vultuosas somas em dinheiro, aumentando vertiginosamente seu patrimônio e não prestam contas ao sistema tributário e tampouco dá contrapartida à sociedade”. Veja em http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=48459.

Segundo o site, as “igrejas devem ter personalidade jurídica e pagar tributos baseado em movimentação bancária e no patrimônio, uma vez que recebem dinheiro de pessoa física”. E ainda é levado em conta “os constantes escândalos financeiros que líderes religiosos protagonizam estão tornando-se o principal motivador da ideia de que a imunidade tributária das igrejas deve ser banida”

Já faz algum tempo que algumas igrejas têm chamado a atenção do governo e da mídia pelo luxo de seus templos e a vida de alguns pastores que exibem carros de luxo, patrimônios luxuosos e até aviões particulares. Leva-se em conta que há igrejas que prestam um relevante serviço social que é do Estado, levando cursos de formação, apoio psicológico e levando a transformação de pessoas da sociedade em melhores cidadãos. Isso se dá pela verdadeira pregação do Evangelho de Jesus Cristo. Mas não se pode negar, que realmente há um abuso do nome Jesus para se lucrar e levar as pessoas a contribuírem de forma abusiva e mentirosa, prometendo riquezas, curas mirabolantes, e criando ilusões. Que Jesus pode curar, disto não há dúvidas, mas que isto tem sido usada de forma a gerar lucros está claro.

Devemos ficar atento as palavras de Jesus; “Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhe direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal! (Mateus 7.22-23).

 

Jesus não reconhecerá as pessoas pelo que elas fazem. Muitos podem fazer milagres e prodígios, expulsam demônios, não serão reconhecidas pelos seus feitos, serão reconhecidas pelo que são. Não basta fazer, é preciso ser. Ser filho de Deus e fazer a vontade de Deus, pregar um Evangelho verdadeiro, o de Jesus Cristo.

A discussão está em aberto e devemos ter em mente que a grande maioria de igrejas não lucram com o Evangelho como algumas o fazem.

Acesse o site e pine: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=63114

Pr. Roque Carvalho



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