JUDAIZAÇÃO DA IGREJA

24

nov

possível adquirir nas igrejas de hoje: óleos ungidos, rosas ungidas, vassouras ungidas, lenços ungidos, meias ungidas, águas ungidas, e um fim interminável de objetos que são livremente comercializados por várias igrejas.


A igreja vive uma crise profunda de identidade. Uma parte significativa da igreja está completamente na contramão da Reforma Protestante que resgatou as Escrituras com elemento central de sua celebração.

Era comum na Idade Média a prática da “simonia”, venda de bênçãos. A “simonia” é derivada de Simão, o mágico, um personagem bíblico que tentou comprar dos apóstolos Pedro e João o poder de conceder o Espírito Santo àqueles sobre os quais ele impusesse as mãos (At 8.18-24). E as “relíquias”, objetos sagrados, que eram venerados e expostos para abençoar as pessoas. Para se ter uma ideia entre os as chamadas “relíquias” havia quem possuísse um pouquinho do leite materno de Maria.

É possível adquirir nas igrejas de hoje: óleos ungidos, rosas ungidas, vassouras ungidas, lenços ungidos, meias ungidas, águas ungidas, e um fim interminável de objetos que são livremente comercializados por várias igrejas.

Não bastasse, uma onda de judaização invadiu as igrejas, até mesmos igrejas históricas, utilizando-se de símbolos judaicos que não tem nada a ver com o Cristianismo. A Igreja Universal do Reino de Deus construiu o “Templo de Salomão, e seus pastores se vestem como se fossem levitas e sacerdotes. Há uma verdadeira “romaria” de evangélicos para visitar local e saem de lá impressionados com o que veem.

O uso de kipás; shophar; pano de saco; usar, não o nome transliterado de Jesus, mas em sua forma hebraica (Yeshua ou Yehôshua), são maneiras de se conseguir proximidade com Deus. A Menorá (candelabro de sete pontas) é utilizado em altares e em frete dos templos.  A Arca da Aliança passou a estar no centro de celebrações cristãs, e são símbolos da presença de Deus, levando os membros da igreja as lágrimas e delírio.

Cada objeto ou símbolo mencionado no Antigo Testamento mereciam grande respeito. Todos eles tinham um significado sagrado, no entanto, tudo se cumpriu em Jesus Cristo. São apenas sombras: Estas coisas são sombras do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo (Colossenses 2.17)

Sobre a arca da aliança, fica claro em Jeremias 2.14; sobre o que aconteceria com ela: Quando vocês aumentarem e se multiplicarem na sua terra naqueles dias”, declara o SENHOR, “não dirão mais: ‘A arca da aliança do SENHOR’. Não pensarão mais nisso nem se lembrarão dela; não sentirão sua falta nem se fará outra arca,” (Jeremias 3.16).

Deve a igreja utilizar símbolos e se voltar para costumes judaicos? Qual é símbolo que representa e sempre representou o Cristianismo? Você é favor ou contra?

 

Roque Carvalho



Comente: